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A Semove lançou, este mês de maio, através de seu perfil no Instagram (@semove.rj), a campanha “O preço da pressa”, sobre segurança viária, corroborando com o Maio Amarelo, e a campanha “Depredação e pertencimento”, também realizada no Instagram, que destaca os prejuízos e consequências da depredação dos ônibus.
A primeira teve como foco os riscos que o serviço de moto, que vem crescendo como opção de transporte em grande parte das cidades brasileiras, gera para as vidas das pessoas. As peças de comunicação (vídeo e cards) destacam dados já publicados na imprensa como o fato de que três a cada quatro acidentes envolvem motos e uma pesquisa sobre o alto custo de internações por acidentes com motociclistas em 2024.
Ao mesmo tempo em que alerta para os perigos dos serviços de moto, a campanha lembra que viajar de ônibus é mais seguro, pois o serviço conta com motoristas profissionais, treinados constantemente e veículos que passam por manutenções periódicas nas garagens, garantindo maior segurança para o usuário. Outro fato destacado é que, ao contrário do transporte por ônibus, o transporte por aplicativo não é fiscalizado, regulamentado e não se responsabiliza por qualquer acidente que possa acontecer.
A lei do retorno
A campanha “Depredação e pertencimento” tem como objetivo levar os usuários do transporte público a refletirem sobre os prejuízos provocados pelas depredações dos ônibus. A base da campanha está na frase “O que você faz no transporte hoje pode esperar por você amanhã”. A ideia alerta sobre as atitudes de cada pessoa e as consequências dessas atitudes. É a famosa lei do retorno, que trata sobre nossas escolhas e seus efeitos em nossas vidas.
As peças postadas mostram situações reais de depredação, como assentos pichados, rabiscados e rasgados, janelas quebradas, ar-condicionado obstruído, chicletes no chão, vidros ou colados nos bancos e lixo deixado no interior do veículo. E reforçam que cada atitude reflete diretamente na experiência coletiva. Ou seja: a pessoa que cola um chiclete no banco hoje poderá ser a mesma que amanhã sentará nesse mesmo banco.
A campanha explora ainda o fato de que um ônibus depredado fica retido na garagem para manutenção, resultando em menos veículos em operação e maior tempo de espera nos pontos. E aí, mais uma vez a lei do retorno se faz presente: quem rasgou o banco, por exemplo, pode ser a mesma pessoa que vai esperar pelo ônibus no ponto por mais tempo.
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